27 julho 2016

Lei Maria da Penha e a violência contra a mulher.

Oi gente, hoje eu vim trazer mais um texto para vocês, eu estou no terceiro ano do ensino médio e pretendo fazer jornalismo então resolvi fazer muitas redações esse ano, nas férias parei mas antes escrevi algumas para a escola e algumas que não valiam nota mas entreguei para a professora e ela corrigiu para mim, então por um tempo vai ter redações minhas aqui para vocês. Algumas não são redações que eu entreguei para a professora pois eram narrativas e coisas mais pessoais, como o ultimo texto que eu postei aqui no blog, se quiser ver só clicar aqui. Se quiser ver outros textos só clicar aqui.
Nesse texto eu resolvi não seguir padrão ENEM e não coloquei proposta de intervenção.



A violência contra a mulher é algo amplamente discutido, muitos se perguntam: e os homens e a violência contra eles? Há violência contra os homens, mas a violência contra as mulheres é algo mais perceptível, por isso muito mais comentada.
 Não há apenas a violência física, em muitos casos ela é a que mais ocorre mas há também outros tipos de violência, como por exemplo a psicológica, sexual, patrimonial e moral, e por vergonha, medo e diversos motivos as vitimas ficam em silêncio. Muitas resolvem denunciar mas são menosprezadas. E a violência não está só nas classes mais baixas, ela está em todas, como o caso recente da atriz Luíza Brunet, que resolveu denunciar seu marido depois de uma agressão.
O maior exemplo que se pode citar é Maria da Penha, que dá nome a lei. A primeira tentativa de assassinato contra ela ocorreu em 1983 e a deixou paraplégica. Lutou vinte anos para que seu agressor fosse preso.
Percebe-se que a violência contra a mulher é algo real, para qual não se pode fechar os olhos, nem julgar quem sofre ou sofreu com isso, afinal, ninguém sabe o que há por trás.

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